11/12/2007

E agora?!?!?!?!?

Boa tarde pessoal:)
Estava aqui a pensar na melhor maneira de definir a última aula e cheguei à conclusão que divertida e interessante eram duas óptimas maneiras.
A primeira, divertida, porque houveram apresentações que foram engraçadas, como a do grupo da "Música" e interessante pois conseguimos saber todos o que cada um dos grupos iria fazer como projecto.
Os projectos são todos muito interessantes e é bom saber que quase todos cumpriram com as normas estabelecidas para se chegar ao anteprojecto, indispensável à correcta concretização dos projectos.
O meu grupo de projecto também apresentou um ppt com toda a informação que achamos relevante mencionar sobre o nosso projecto, e isso excluiu a história porque achamos que só nós e a professora é que tínhamos direito a saber (seria mais engraçado surpreender a turma).
Temos tudo muito bem esquematizado e acho que as férias que estão aí a começar vão fazer muito bem, à nossa cabeça e ao próprio projecto, porque afinal os criadores em bom estado contribuem melhor para um projecto.
Acho que correu tudo bem nesta que foi a última aula para mim em Área de Projecto deste primeiro período.
Espero que gozem (vocês elementos do meu grupo) bem a férias e que venham cheios de vontade de trabalhar e cheios de boas ideias para o filme.
BOAS FÉRIAS:):):):):):)

04/12/2007

Penúltima

Esta foi a minha penúltima aula de Área de Projecto do primeiro período.
Esta aula, foi totalmente dedicada ao anteprojecto, quer em termos do seu acabamente, quer em termos da preparação da sua apresentação.
Para começar bem a aula, acabamos o anteprojecto, acrescentando algumas coisas ao mapa de gant , que não estava finalizado, mas também fazendo o relato das aulas e acrescentando todos os contactos que tínhamos. A história do filme e o esboço do site tambem já estavam concluídos e foi só acrescentar. Já tínhamos o anteprojecto quase terminado porque discutimos cada aspecto no seu geral e depois cada um tratou de aprofundar a parte da qual ficou responsável.
Na segunda parte da aula, começamos a preparar a apresentação do anteprojecto num power point, mas também queríamos começar a criar as nossas personagens, facto que foi impossível porque quando conseguimos por a caneta óptica e o ecrã táctil a funcionar, faltavam apenas 5 minutos para tocar.
Antes de começarmos a apresentação e ainda na primeira aula, vimos uma apresentação em powerpoint que reflectia sobre o modo como se devem apresentar e o que deve constar do powerpoint.
Basicamente passamos as duas aulas a debruçarmo-nos sobre estes dois assuntos: preparação da apresentação do anteprojecto e finalização do mesmo.
até à próxima sexta-feira amigos...

29/11/2007

Festafife – Marionetas sem Fronteiras

Igualmente no Domingo, estava eu a dar uma vista de olhos sobre o "Jornal de Notícias" quando na rubrica dedicada ao espectáculo encontrei uma breve referência a um festival de cinema de animação, entre outras coisas.
Finalmente não estamos atrasados relativamente a isto. O festival só começa no próximo dia 1 de Dezembro (Sábado) e vai estar em apresentação em Afife.

A sala do casino Afifense irá receber, durante uma semana, espectáculos teatrais de quatro companhias portuguesas, galegas e russas e a exibição de vários filmes de animação do cinema russo. Será uma espécie de retrospectiva do cinema de animação russo, desde a antiguidade à actualidade.
Da programação dedicada ao cinema, constam os filmes "Among the Thorns" (Suécia), "One Night in the City" (República Checa), "The District!" (Hungria) e "De Profundis" (Galiza), além de retrospectivas de animação russa.
Deixo alguns sites com mais informações quanto a este festival e deixo também o preço por sessão, cerca de 4 euros para o público em geral, 1,5 euros para escolas, turmas e depois 2 euros para quem estiver associado às associações pormotoras deste evento.
Encontrarão igualmente em baixo, um site com a programação da semana do festival.






Sem mais demoras, despeço-me e amanhã espero trazer muitas novidades quanto ao projecto que estou, juntamente com dois colegas, a desenvolver.

Museu nacional de cinema de Turim





Na semana passada, mais propriamente no Domingo, estava eu muito desacansadinha a almoçar quando surgiu no Jornal da Uma da RTP1 uma reportagem sobre o Museu nacional do Cinema em Turim. Fiquei muito curiosa e para satisfazer a minha curiosidade decidi ir pesquisar um pouco mais sobre este lugar. Isto foi o que eu encontrei:
O museu está localizado desde Julho de 2000 em Turim, no interior da “Mole Antoneliana” que é precisamente um símbolo histórico desta cidade italiana pelos seus 167 metros de altura, concluídos em 1897, quando ganhou o título de edifício mais alto do mundo e que seria inicialmente uma sinagoga. Este é um museu que resistiu ao tempo, porque grande parte das indústrias de cinema existentes em Turim acabaram por deslocar-se para outras partes da Itália, sobrando, na minha opinião, aquele que pode ser o edíficio com mais interesse em termos históricos, abrangendo igualmente todas as outras indústrias que se deslocaram.
Devido ao local onde está, distribuído na vertical por vários andares do “Mole Antoneliana”, é possível ter-se uma panorâmica da cidade que faz fronteira com a França.
Entre outras coisas existentes no museu é possível destacar a arqueologia do cinema, a evolução do homem na captação e representação de imagens, as primeiras formas e máquinas de projecção, uma “viagem educacional” dedicada às várias fases de montagem de um filme, o progresso da imagem desde o surgimento da mesma, o templo do tempo, etc. Este último exemplo marca a união de toda a sétima arte com a existência de vários espaços, cada um dedicado a um género de cinema (amor, terror, drama, ficção cientifica, etc).
Como eu já tinha referido, também não falta uma grade variedade de cartazes, peças de cenografia, um corpete e os sapatos de Marylin Monroe, fotos, biblioteca do cinema, bookshop, e muito mais.
Viajando pelo museu é possível destacar numa primeira sala, os materiais ópticos utilizados em projecções de slide que deram origem ao cinema mudo. De seguida, é apresentada outra sala com as técnicas primitivas utilizadas no cinema antigo podendo qualquer pessoa participar com a própria imagem projectada utilizando estas técnicas. Para além das técnicas é possível encontrar-se igualmente alguns instrumentos de trabalhos.
É a seguir a estas salas que se encontram expostos os cartazes e as fotografias e tudo isto acaba numa área onde os cenários revelam uma sequência cronológica que dá a perfeita noção da história e processo evolutivo do cinema.
A sala mais confortável de todas é aquela que tem dezenas de poltronas para se assistir aos clássicos. Este não é um simples anfiteatro de cinema, é uma sala que representa a majestade e a grandeza da sétima arte. Há um vão de 150/160 metros do chão até à cúpula e nessa cúpula são muitas vezes projectados alguns filmes, porventura para lhes dar mais profundidade e interesse.
Como um filme não é só feito de imagem, porque já lá vão os tempos do cinema mudo, é também apresentada na mesma sala um sistema de som muito avançado. Cada poltrona tem uma coluna de cada lado, de modo a que quem estiver sentado tenha qualidade em tudo o que ouve, sem incomodar o parceiro do lado, uma vez que o som é projectado directamente para os ouvidos de quem está sentado na poltrona.
E como não se devem deixar de lado os artistas italianos, uma vez que este museu fica em Itália, o corredor que sai deste grandioso salão acaba por ser composto por muitos cartazes que promovem os filmes, os artistas, os realizadores, etc, italianos.
Para finalizar em grande estilo uma viagem neste museu nacional do cinema de Turim, é necessário voltar atrás, apanhar o elevador que fica no centro do anfiteatro e “voar” até ao cimo da cúpula, podendo obter-se uma panorâmica da cidade e uma paisagem fenomenais
.
É certamente lindissimo mas espero eu ter uma oportunidade de o ver qualquer dia, ao vivo.
Adeus e até uma próxima:)

Ida ao ISEP













Sexta-feira passada, pelas 10h, a turma de Área de Projecto de Informática, abandonou a escola Secundária do Castêlo da Maia em direcção à paragem do metro do Castêlo, à qual chegou às 10h15.
O objectivo, conseguir apanhar o metro o mais cedo possível para conseguirmos chegar cedo ao nosso destino, o ISEP (Instituto Superior de Engenharia do Porto), foi alcançado porque demoramos uma hora, o previsto, para chegar à paragem do IPO, depois de termos trocado de metro na paragem da Trindade. Partimos do Castêlo por volta das 10h25 e chegamos uma hora depois ao ISEP.
Fomos directos para o instituto e começamos a ser encaminhados para uma espécie de anfiteatro onde nos aguardava uma palestra sobre o porquê da semana da ciência e
tecnologia. Foi-nos explicado que a razão era o facto de o dia 24 de Novembro ser assinalado como o dia da ciência e da tecnologia. Este projecto já estava no ISEP pelo segundo ano consecutivo, e o sucesso do primeiro ano acabou por ditar a realização de um segundo ano com uma semana semelhante.
Neste mesmo anfiteatro foi-nos fornecido um sumo e ainda uma capa que continha dentro um tapete para um rato de computador, uma caneta, uma fita para pôr as chaves e uma barra de chocolate.
Saímos desta sala e dividiram-nos em dois grupos para facilitar a tarefa das alunas que nos iriam conduzir por várias secções do instituto.
O meu grupo foi para a área da química, onde pudemos assistir a várias experiências. A primeira retratava o tratamento da água residual láctea, a segunda o tratamento da água residual de uma adega, o terceiro foi já uma experiência relacionada com as cores. Através de um programa de informática era possível identificar os produtos contidos numa cor. Este programa seria aproveitado para a produção de cores mais parecidas àquelas que qualquer cliente quisesse, na área gráfica, ... Através do programa e também de combinações químicas acabaria por conseguir-se criar qualquer cor pretendida.
A quarta experiência apresentada esteve relacionada com a oxidação de determinados metais e com uma apresentação de como seria possível usar certas soluções que transformariam o metal que estava estragado, numa material novo e reluzente.
Por fim, tivemos acesso a uma quinta experiência que esteve relacionada com a decomposição de certos produtos, para se ver ao microscópio a(s) matéria(s) de que eram feitos. Pudemos igualmente assistir a uma projecção de slides que nos mostrava vários tipos de micróbios.
Saímos desta sala e fomos ter a outra com muitas experiências de domótica. O grande objectivo aqui foi termos a noção do que era a domótica e que mecanismos eram necessários para fazer algo tão complexo como uma casa inteligente.
Depois de termos visto algumas experiências feitas em máquinas de selecção de peças auxiliadas por pequenos aparelhos luminosos que as identificavam em termos de cor e que depois as iriam separar no final do processo, vimos uma experiência com uma casa inteligente em miniatura. Esta pequena casa tinha interruptores para fechar persianas, para moderar a intensidade da luz, para apagar todas as luzes de uma só vez e disseram-nos igualmente que se está a trabalhar num mecanismo que possibilite que uma pessoa esteja fora de casa mas que consiga accionar o forno pela Internet para ele começar a trabalhar, para logo que se chegue a casa ter a refeição quase pronta ou mesmo pronta. Obviamente que o sucesso deste tipo de mecanismo levaria posteriormente a uma crescente modernização da casa como um todo.
De seguida fomos almoçar à cantina do ISEP, porque uma professora já nos tinha comprado as senhas.
Após o almoço ficamos até às 14h30 por nossa conta e eu aproveitei e fui com a minha colega de grupo, Vera, visitar a tenda que se situava no espaço exterior do instituto.
Nesta tenda estavam concentradas duas experiências relacionadas com a área da domótica, cerca de dois computadores com um jogo de estratégia que qualquer um podia utilizar, cerca de três carros equipados com alta tecnologia, um teste de segurança automóvel que qualquer um se podia atrever a fazer. Existia ainda um Ferrari em dimensões reais e quem quisesse jogar um jogo de Fórmula 1 poderia entrar para este veículo, para além de um protótipo de um avião que consegue localizar fogos a elevada altitude e um barco de dimensões reais. Por fim, uma mesa cheia de experiências divertidas da física, e não só, ficava perto de um pequeno bar com alguns sofás, onde claramente se apelava ao convívio. Para além de todas estas coisas, existiam também alguns materiais informáticos à venda.
Às 14h30 em ponto saímos da tenda e no exterior desta, conduziram-nos até um piso superior daquele onde nós nos tínhamos encontrado a assistir a experiências químicas. Neste piso não nos foi explicado o que iríamos fazer, apenas ficamos com uma pequena noção de que iria ser algo relacionado com a informática.
Como a sala para onde supostamente iríamos estava ocupada, fomos novamente para a tenda, mas desta vez para nos serem explicadas as várias experiências.
No lado das experiências domóticas foi-nos mostrado uma pequena casa onde, quando se abria o portão, a luz interior da casa se acendia e a água para encher a piscina começava a correr. Muitos de nós fizeram a experiência da segurança automóvel, recebemos uma explicação sobre o protótipo do avião acompanhado por imagens esclarecedoras quanto ao seu modo de funcionamento. Todos nós gostamos da bancada que estava cheia de experiências diversas. Bolas de tamanhos diferentes mas com pesos iguais (uma parecia mais leve porque o peso não estava tão concentrado devido ao seu tamanho), duas listas telefónicas em que as páginas estavam, uma por uma, entrelaçadas e dois alunos tentaram puxar ao mesmo tempo uma lista para as separar mas sem sucesso. Nós próprios juntamos as nossas mãos e fizemos uma corrente eléctrica, conseguindo acender a luz numa bola. Depois assistimos a tantas outras experiências, relacionadas com a física e outras áreas. Vimos igualmente um robot que dançava e andava de um lado para o outro, e divertimo-nos imenso a observá-lo.
Acabamos por sair deste espaço quase uma hora depois de lá termos entrado e fomos levados novamente para a mesma sala. Desta vez fomos divididos e os que ficaram na sala estiveram a desmontar computadores.
O meu grupo foi para uma sala cheia de computadores onde tivemos a fazer um pequeno teste com perguntas de escolha múltipla sobre a área da Informática. Em 30 errei 12 e acertei 18, o que não foi muito mau.
Foi nesta sala que dissemos que tínhamos visto no programa H (aquele que estávamos a fazer) uma referência a uma pequena aprendizagem sobre como fazer páginas Web. Fomos informados então que não tinha sido, nem iria ser feito nada nesse sentido. No entanto, como tínhamos uma professora de informática presente na sala, ela acabou por nos explicar alguns princípios básicos e alguns de nós até acabaram por fazer experiências. A linguagem HTML e como conseguir modificá-la foi igualmente abordada.
Desta sala passamos para outra que estava relacionada com a história da informática. Vimos de tudo, desde grandes computadores a computadores mais modernos, a modelos antigos, etc. Estava muito bem representado o mundo dos computadores. Antes de sairmos desta sala foi-nos fornecido um CD do departamento de engenharia informática que contém a formação e história deste departamento, mostra as principais áreas do instituto, dá-nos a conhecer alguns dados do instituto, como o número de alunos e docentes, e também revela que grande parte dos alunos que saem do ISEP arranja facilmente um emprego porque o ISEP lida com várias empresas que vão ficando com referências dos alunos.
Ao sair desta sala, já era um pouco tarde e decidimos ir lanchar ao bar do instituto. A aluna que nos estava a acompanhar ainda nos questionou se nós queríamos fazer a experiência de desmontar computadores, mas como ninguém do nosso grupo tinha qualquer projecto relacionado com esse tema, decidimos abandonar a ideia.
Depois de lanchar saímos do instituto e regressamos de metro, cada um ao seu destino.

Na minha opinião, o mais interessante de toda esta visita foi quando estivemos na sala de informática a aprender alguns princípios básicos para fazermos um site. Para mim, esta foi a única parte útil para o meu projecto, por isso é que gostei tanto dela.
Não gostei de quase nada do resto. Experiências químicas não fazem parte do meu curso, por isso não achei muito útil porque não percebi quase nada do que foi dito. No entanto é sempre interessante saber qualquer coisa sobre outras áreas para além da minha.
Deixo-vos portanto, um relato muito extenso da visita ao ISEP para que possam perceber o que realmente se passou no instituto.
Até uma próxima...

16/11/2007

Grande Passo

Bem, hoje a aula foi mais do que produtiva.
Primeiro que tudo, chegamos os três elementos do grupo à sala e estívemos, juntamente com a restante turma, a saber quais os passos que seriam essenciais para a realização do anteprojecto.
Depois fomos para os computadores e tivemos alguns problemas em aceder a certas sessões.
Problemas resolvidos começamos finalmente a trabalhar.
Enquanto eu adiantava a introdução do anteprojecto, os meus colegas de grupo faziam o mapa de Gant, que já sabemos como se produz.
O primeiro bloco foi baseado no anteprojecto que tem que estar finalizado até sexta-feira da próxima semana. Também estivemos a pesquisar mais workshops para ver se conseguíamos arranjar qualquer coisa que nos pudesse auxiliar no desenvolvimento do filme. Basicamente continuamos com os mesmos problemas, ou são muito caros ou as inscrições já passaram. Temos que ser mais eficazes.
Já agora, comuniquei aos meus outros colegas de grupo que tinha criado aquele mail de grupo para os contactos e eles gostaram da ideia.
No segundo bloco, fomos buscar ao CGI (centro de gestão informática) da nossa escola, uma caneta óptica e um ecrã táctil, para facilitar a criação das personagens e conseguimos, depois de alguns imprevistos, instalá-la e usá-la com sucesso (ver figura acima representada). Finalmente um grande passo.
Nesta segunda hora estivemos igualmente a continuar a história, que está bem encaminhada para que conste.
Penso que já tinha mencionado que o "Bang Bang Studio" para o qual mandamos um mail na sexta-feira passada, respondeu a dizer que estava disponível para nos receber. Hoje mandamos outro mail a esclarecer algumas dúvidas e a tentar acertar uma data. Veremos o resultado final.
Também enviamos um mail para o site do instituto audiovisual a pedir a utilização dos laboratórios para o desenvolvimento do nosso projecto, ou então, uma visita guiada com algumas explicações sobre os mecanismos que facilitam a criação do vídeo.
Entretanto para nos organizarmos decidimos estabelecer um trabalho de casa para cada um. O André ficou com a história (deve adiantá-la) e também ficou de comprar os programas que nós necessitamos para fazer o vídeo. A Vera ficou com o dossier de projecto para organizá-lo e redigir alguns ficheiros necessários para completá-lo e com o esboço do site. Eu fiquei de fazer contactos, mas também de começar a experimentar programas e ainda de tentar ajudar no que for preciso, relativamente à história ou ao dossier de projecto.
Parece que está tudo bem encaminhado.
Sem mais nada para acrescentar por agora, despeço-me e até breve.
Ao trabalho estudantes!!!!!!!!!!



PS: Na próxima sexta-feira iremos ao ISEP e o meu grupo irá tentar ir já ao instituto audiovisual.